Como reduzir seus custos e ganhar mais na renda fixa

Como reduzir seus custos e ganhar mais na renda fixa

Saiba como pagar menos taxas e imposto de renda para aumentar a rentabilidade dos seus investimentos em renda fixa

Com a taxa básica de juros tão baixa, ficou mais difícil obter a rentabilidade de 1% ao mês que o brasileiro tanto adora. Principalmente na renda fixa mais conservadora, cujos rendimentos tendem a andar colados ao CDI.

Num cenário como esse, o investidor tem duas alternativas: buscar aplicações menos conservadoras ou até mesmo arrojadas, com maior potencial de rendimentos; e reduzir os custos dos investimentos mais conservadores.

O ideal é combinar as duas estratégias, diversificando os investimentos. Muitos investidores encaram queda de juros como um desastre para suas aplicações, mas a verdade é que muitas oportunidades interessantes se abrem nesse cenário.

Mas para quem é ultraconservador e só se mantém nas aplicações financeiras tradicionais, a saída é mesmo tentar diminuir os custos dos investimentos. Estes sacrificam parte da rentabilidade, então custos menores se traduzem em ganhos maiores.

Vale frisar que aplicações conservadoras que não cobrem taxas ou que cobrem taxas baixas ainda tendem a ganhar da caderneta de poupança, mesmo quando sofrem cobrança de imposto de renda. Assim, vale a pena baratear as aplicações em renda fixa.

Veja o que você pode fazer para reduzir os custos dos seus investimentos:

Invista em fundos de renda fixa com baixas taxas de administração

Os fundos de renda fixa conservadora, como os fundos DI, são ótimos substitutos para a caderneta de poupança. São capazes de render mais que a poupança e têm liquidez diária, sendo ideais para manter os recursos de fluxo de caixa do investidor.

Por serem fundos de baixíssimo risco, podem receber as reservas de emergência ou aquelas voltadas para objetivos de curto prazo. Mas para manterem a atratividade frente à poupança, precisam ter taxa de administração de até 1,0% ao ano.

Dificilmente você encontrará fundos com taxas de administração tão baixas em grandes bancos. Mas aqui na GENIAL temos diversas opções. Um dos nossos fundos já foi, inclusive, premiado.

Invista no Tesouro Direto por uma corretora que não cobre taxa

O investimento em títulos públicos é muito interessante para investidores de todos os portes e perfis, do mais conservador ao mais arrojado. Mesmo com as quedas na taxa de juros, o investimento se mantém atrativo frente à poupança. Trata-se da aplicação com o menor risco da nossa economia.

Para investir em títulos públicos pelo Tesouro Direto, plataforma on-line de negociação de títulos do Tesouro Nacional, é necessária a intermediação de uma corretora de valores. Muitas delas cobram uma taxa de administração por esse serviço.

Essa cobrança se soma à taxa de custódia obrigatória de 0,3% ao ano, paga à bolsa de valores pela custódia dos títulos.

Mas algumas corretoras, como a GENIAL, não cobram taxa de administração para o cliente investir no Tesouro Direto. Assim, o investidor só precisa pagar a taxa de custódia obrigatória, o que deixa o investimento bem mais barato.

Invista em títulos públicos no mercado secundário

O Tesouro Direto é uma boa alternativa para o investidor que gosta de operar por conta própria, pois basta fazer login na plataforma do Tesouro e comprar e vender os títulos que quiser, na hora em que preferir.

Mas quem não se importar em ligar para a mesa de operações da corretora e tiver quantias mais altas para aplicar pode investir em títulos públicos no mercado secundário. Aqui na GENIAL, o investidor que opta por esta via fica isento não só da taxa de administração, como também da taxa de custódia de 0,3% ao ano.

Assim, o investimento fica completamente isento de taxas, sujeito apenas ao imposto de renda.

Isso porque seus títulos não ficam custodiados na bolsa, mas no Selic, o Sistema Especial de Liquidação e Custódia, numa conta destinada aos clientes da corretora e segregada da conta da própria corretora.

Saiba mais sobre o investimento em títulos públicos no mercado secundário.

Invista em títulos de renda fixa privada

Os títulos de renda fixa emitidos por bancos e empresas geralmente são isentos de qualquer taxa. Ao menos na GENIAL, o investidor não paga qualquer tipo de taxa por esse tipo de aplicação, apenas impostos, quando for o caso.

Investimentos como CDBs, LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e debêntures podem render bem mais que a poupança. CDBs, LCIs e LCAs são, inclusive, títulos bastante conservadores, que contam com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mesma garantia da poupança.

Mas os títulos com remunerações mais interessantes dificilmente são oferecidos pelos grandes bancos, onde o cliente também precisa de muito dinheiro para ter acesso às melhores taxas.

Em corretoras como a GENIAL você consegue obter boas remunerações em títulos de renda fixa mesmo para aportes mais baixos.

Além disso, alguns títulos de renda fixa privada são isentos até mesmo de imposto de renda, o que barateia ainda mais a aplicação. É o caso das LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e debêntures incentivadas.

Invista com vistas a prazos maiores

Nas aplicações tributadas, as alíquotas de imposto de renda diminuem com o tempo. Quanto maior o prazo da aplicação, menos o investidor paga de imposto de renda.

Assim, sempre que possível, invista com vistas a prazos maiores. Procure permanecer o maior tempo possível em cada aplicação financeira, de modo a pagar menos imposto de renda.

Investimentos de até seis meses estão sujeitos a uma alíquota de 22,5% de imposto de renda. Mas quem fica num investimento por mais de dois anos paga apenas 15%.

Aplicações inferiores a 30 dias muitas vezes estão sujeitas também ao IOF, além do imposto de renda.

Fonte: Blog Genial

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