Tudo que você deve saber sobre os principais investimentos

Tudo que você deve saber sobre os principais investimentos

Cansado de se sentir um novato quando o assunto é investir? Este guia traz o essencial sobre os principais investimentos, sem financês.

Muitas vezes, a única coisa que mantém o investidor preso à caderneta de poupança é a falta de conhecimento sobre outros investimentos.

Não conhecer nossas opções nos impede de fazer boas escolhas, mais rentáveis e adequadas aos nossos objetivos. Além disso, a sensação de não saber o básico sobre investimentos dá uma tremenda insegurança.

Se você se identifica com essa descrição, este guia é para você. A seguir, apresentamos os principais investimentos disponíveis para as pessoas físicas, com descrições básicas e uma série de outros conteúdos deste mesmo blog para você saber mais sobre eles.

CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa de baixo risco emitido por bancos, com rentabilidade atrelada à taxa DI, prefixada ou indexada à inflação. Contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), a mesma garantia da poupança.

Pode ou não ter liquidez diária e não tem taxa de administração. Rendimentos estão sujeitos à cobrança de imposto de renda segundo a tabela regressiva e IOF quando as aplicações são inferiores a 30 dias.

Há CDBs com investimento inicial para investidores de todos os portes. Os indexados ao DI com liquidez diária podem atuar como excelentes substitutos da caderneta de poupança, mais rentáveis e com o mesmo nível de risco.

Para saber mais sobre CDBs:

O que é e como funciona um CDB
De onde vem a taxa DI e por que ela acompanha a Selic
O que é FGC
Investimentos mais rentáveis que a poupança e que podem substituí-la
Como declarar os CDBs (e outras aplicações de renda fixa) no imposto de renda

LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são títulos de renda fixa de baixo risco emitidos por bancos para financiar, respectivamente, projetos imobiliários e do agronegócio.

Seu funcionamento é parecido com o dos CDBs: podem ter remuneração atrelada ao DI, prefixada ou atrelada à inflação; têm cobertura do FGC; não têm taxa de administração; e podem ter investimentos iniciais de valores variados para diferentes tipos de investidor.

Porém, esses títulos são isentos de imposto de renda e IOF, têm carência mínima de 90 dias e normalmente não têm liquidez diária – o investidor precisa ficar com eles até o vencimento.

Para saber mais sobre LCIs e LCAs:

O que são e como funcionam as LCIs e LCAs
De onde vem a taxa DI e por que ela acompanha a Selic
O que é FGC
LCIs e LCAs: 3 motivos para gostar e 4 para ficar atento
Quando vale a pena investir em LCI e LCA
Como declarar LCIs e LCAs (e outras aplicações de renda fixa) no imposto de renda
5 aplicações seguras para perder o medo de sair da poupança

Títulos públicos

Títulos públicos são títulos de renda fixa de baixo risco de calote emitidos pelo governo federal. Podem ter rentabilidade atrelada à Selic (pós-fixados), prefixada ou indexada à inflação. Contam com garantia do governo.

São normalmente negociados via Tesouro Direto, plataforma on-line de negociação de títulos públicos que aceita aplicação mínima a partir de 30 reais.

Investidores com mais recursos para investir podem também comprar títulos no mercado secundário, via corretora de valores, alternativa que pode ser mais rentável que o Tesouro Direto.

Os títulos públicos estão sujeitos a taxas de custódia (da corretora e da bolsa de valores, que faz a guarda dos títulos), IR sobre os rendimentos e IOF para aplicações inferiores a 30 dias. Têm liquidez diária, podendo ser vendidos de volta ao governo a qualquer momento.

Para investir em títulos públicos é preciso abrir conta em uma corretora, que atuará como intermediária. Os títulos atrelados à Selic são ótimas opções para substituir a caderneta de poupança, sendo bem mais rentáveis e com risco ainda menor.

Para saber mais sobre os títulos públicos:

As características e objetivos de cada tipo de título público
Como investir no Tesouro Direto
Os riscos do Tesouro Direto
Como ser o mais conservador possível no Tesouro Direto
Como investir em títulos públicos no mercado secundário
As diferenças entre os títulos pós-fixados e prefixados
Títulos públicos capazes de gerar renda
Títulos públicos que ganham com a queda dos juros
Quando é possível ter perdas com títulos públicos
Como declarar títulos públicos (e outras aplicações de renda fixa) no imposto de renda

Ações

Uma ação é um título que representa um pedacinho da empresa que o emitiu. O acionista é um sócio da empresa, que têm os direitos e deveres de qualquer outro sócio, de acordo com a quantidade de ações que possui.

As ações das empresas de capital aberto são negociadas na bolsa de valores. Para participar desse mercado é preciso ter uma conta numa corretora de valores.

As ações são investimentos de renda variável que visam a capturar o crescimento e o desempenho das empresas ao longo do tempo, processo repleto de altos e baixos e suscetível a ciclos econômicos e políticos.

É possível ganhar tanto com a valorização do papel como com a distribuição de dividendos. Como a oscilação dos preços é constante e diária, mesmo quando a empresa é sólida e tem boas perspectivas, o investimento em ações deve, preferencialmente, ser considerado de longo prazo. Operações de curto prazo têm risco bastante elevado.

O investimento em ações é acessível até mesmo a pequenos investidores, e a liquidez depende da empresa emissora do papel – algumas empresas têm ações mais negociadas que outras, sendo mais fácil encontrar um comprador quando o investidor deseja vender suas ações.

Para negociar ações é preciso pagar taxas de corretagem e custódia, que variam de acordo com a corretora, além de emolumentos à bolsa.

A rentabilidade está sujeita à cobrança de imposto de renda, mas os ganhos com dividendos e vendas de até 20 mil reais por mês são isentos de IR.

Para saber mais sobre as ações:

O que são ações
Como investir em ações
6 investimentos que geram renda
Como declarar ações no imposto de renda

Fundos de investimento

Fundos de investimento são veículos que permitem aos investidores, os cotistas, investirem em forma de condomínio em uma carteira diversificada de investimentos, gerida por um profissional.

Para isso, devem pagar uma taxa de administração. Também há imposto de renda sobre os rendimentos e IOF para aplicações de prazo menor que 30 dias.

Os fundos de investimento são aplicações interessantes para quem tem pouco dinheiro para investir, pois eles já oferecem uma carteira diversificada para investidores de todos os portes.

São particularmente interessantes para quem não se sente seguro ou não tem tempo de escolher sozinho as aplicações financeiras da sua carteira.

Existem diversos tipos de fundos, para diferentes perfis de investidor e diferentes objetivos. Falaremos sobre os principais mais adiante.

Para saber mais sobre fundos de investimento:

O que é e como funciona um fundo de investimento
O que é come-cotas? Entenda a tributação dos fundos
Quanto custa aplicar em fundos de investimento
Qual o melhor fundo de investimento para o seu objetivo
Como funcionam as aplicações e resgates dos fundos
Vai investir num fundo? Decifre o material de divulgação
Sobre o benchmark, o indicador que os fundos buscam seguir ou superar
Como declarar fundos de investimento no imposto de renda

Fundos conservadores

Os fundos conservadores investem em títulos públicos e títulos conservadores de renda fixa privada, além de fazerem operações de baixo risco no mercado de juros.

Buscam rentabilidade próxima ao desempenho da taxa DI e têm liquidez diária, sendo considerados investimentos de baixo risco e bons substitutos para a caderneta de poupança.

São considerados conservadores os chamados fundos referenciados DI, alguns fundos de crédito privado (que investem em renda fixa emitida por bancos e empresas), os fundos classificados como renda fixa simples e alguns multimercados Juros e Moedas.

Para saber mais sobre os fundos conservadores:

Fundo simples ganha da poupança e é voltado para iniciantes
De onde vem a taxa DI e por que ela acompanha a Selic
3 investimentos de baixo risco mais rentáveis que a poupança

Fundos de ações

Os fundos de ações, como o próprio nome diz, investem em ações, tendo, portanto, um grau de risco mais elevado que os outros fundos.

São ideais para os investidores que querem aplicar em renda variável, mas não querem ter que escolher sozinhos os ativos ou não têm capital suficiente para diversificar de forma adequada.

Esses fundos buscam seguir ou superar um dos índices de ações da bolsa brasileira, em geral o Ibovespa. Aqueles que procuram superar seu índice de referência podem cobrar, além da taxa de administração, uma taxa de performance sobre o que exceder o indicador.

Os fundos de ações têm seus ganhos tributados em 15% no resgate.

Para saber mais sobre os fundos de ações:

Como investir em ações

Aqui na GENIAL oferecemos os melhores fundos de investimento do mercado, geridos por instituições renomadas. Para conhecê-los, basta criar um login. Conheça os fundos da GENIAL e compare-os.

Fonte: https://www.genialinvestimentos.com.br/artigo/tudo-que-voce-deve-saber-sobre-os-principais

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